“A Soror Maria Bernardina de Santa Teresa, do convento do Desterro, Salvador, denunciou que no mesmo convento ‘veio 3 vezes uma preta chamada Teresa Sabina, (...), no mês de setembro de 1758, entrou no Convento a curar a uma religiosa chamada Maria Teresa Josefa com abusos de sua terra, pondo-lhe o pé em cima de uma caveira de carneiro, lavando o pé e cantando a sua língua e mandando esfregar o corpo da religiosa com um tostão de cobre’.”
(MOTT, Luiz. Cotidiano e vivência religiosa: entre a capela e o calundu. In: SOUZA, Laura de Mello. História da vida privada no Brasil: cotidiano e vida privada na América portuguesa. SP: Cia das Letras, 1997. P. 200)
Considerando o texto acima e os trabalhos históricos acerca das trocas simbólicas e culturais afirma-se que