“A terra é mui graciosa,
Tão fértil eu nunca vi.
A gente vai passear,
No chão espeta um caniço,
No dia seguinte nasce
Bengala de castão de oiro.”
MENDES, M. Poesia completa e prosa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1994.
Esses versos, de Murilo Mendes, poeta da segunda fase do Modernismo brasileiro, parodiam qual texto da nossa tradição literária: