“A tranquilidade dos súditos só se encontra na obediência. [...] Sempre é menos ruim para o público suportar do que controlar incluso o mau governo dos reis, do qual Deus é o único juiz. Aquilo que os reis parecem fazer contra a lei comum funda-se, na razão do Estado, que é a primeira das leis por consentimento de todo mundo, mas que é, no entanto, a mais desconhecida e a mais obscura para todos aqueles que não governam.”
(LUIS XIV. Rei da França. Memórias. Versão espanhola de Aurelio Garzón Del Camino. Mexico: Fondo de Cultura Económica, 1989)
No trecho das memórias de Luís XIV, as frases destacadas em sequência representam as ideias em torno do Estado moderno, respectivamente de