A verdadeira revolução no tratamento da AIDS ocorreu em meados da década de 1990, com a possibilidade de associar as drogas que passaram a compor o coquetel antiAIDS que inibia as enzimas necessárias para a reprodução do vírus. Desde então, a AIDS deixou de ser doença fatal para ser considerada uma doença crônica, como diabetes e hipertensão, por exemplo, e a perspectiva de vida desses pacientes aumentou radicalmente (DRAUZIO VARELLA 2015). O coquetel de drogas que vem sendo utilizado com sucesso no tratamento da AIDS, tem o AZT como um de seus componentes. O AZT tem como princípio impedir a “transcrição reversa” do vírus HIV.
Acerca desse assunto, é correto afirmar que o AZT atua impedindo: