O estado social liberal, defendido pelos informes do Banco do Brasil, foi preconizado no segundo governo de Luiz Inácio Lula da Silva e, apesar das resistências pontuais e, muitas vezes, histéricas dos setores de oposição, o desmonte da esfera privada e estatal, executado sobre o signo da “reforma”, foi efetivamente realizado entre 1995 e 1998.