Adotando esse quarto poder – concebido pelo pensador franco-suíço Benjamin Constant como a “autoridade vigilante”, a “guarda da Constituição”, o “baluarte da liberdade pública” –, a monarquia constitucional no Brasil se distinguia das existentes na Europa [...].
(Maria de Lourdes Lyra. O Império em construção: Primeiro Reinado e Regências, 2000.)
A distinção mencionada no texto é explicada pelo fato de que, no Brasil, “esse quarto poder”