Além da dinâmica da economia de mercado, a geografia industrial depende das estratégias do Estado. Entre as décadas de 1940 e 1960, a política estatal de desenvolvimento da grande siderurgia reforçou a tendência de concentração espacial da indústria no Sudeste. O poder multiplicador da siderurgia e as infraestruturas de transportes a ela associadas aprofundaram o abismo entre a região industrial central e o restante do país.
(MAGNOLI, 2000, p. 108).
A análise do texto e os conhecimentos sobre a industrialização do Brasil e suas implicações possibilitam afirmar: