Além de divulgar as mensagens e atos oficiais, os diferentes programas deveriam decantar as belezas naturais do país, descrever as características pitorescas das regiões e cidades, irradiar cultura, divulgar as conquistas do homem em todas as atividades, incentivar relações comerciais. Muito se insistia no fato de que o rádio deveria estar voltado para o homem do interior, com o objetivo de colaborar para o seu desenvolvimento e integração na coletividade nacional.
(Maria Helena Rolim Capelato. “Estado Novo: novas histórias”. In: Marcos Cezar de Freitas (org.). Historiografia brasileira em perspectiva, 2010.)
O fragmento refere-se à intervenção do Estado Novo na programação radiofônica, que visava