Alfredo Bosi, crítico literário e professor de Literatura, destaca os seguintes procedimentos em Oswald de Andrade: “o telegrafismo das rupturas sintáticas, do simultaneísmo, da sincronia, das ‘ordens do subconsciente’, dos neologismos copiosos. (...) O que importava ao Oswald leitor dos futuristas e profundamente afetado pela técnica do cinema era a colagem rápida de signos, os processos diretos, ‘sem comparações de apoio’...”.
O trecho que NÃO se enquadra nas características acima é: