Algumas moléstias, como a doença de Chagas e a malária, que atingem as regiões mais pobres do mundo, como a América Latina, África e parte da Ásia, foram apelidadas de “doenças negligenciadas”. O apelido foi introduzido em virtude das indústrias farmacêuticas e as instituições de pesquisa não alocarem recursos necessários para a realização de anos de buscas científicas, visando ao tratamento adequado com medicamentos ou a sua prevenção nas populações carentes. Atualmente, o Brasil é considerado um líder em pesquisas envolvendo essas doenças.
Também faz parte da lista das “doenças negligenciadas” a