Alguns autores defendem uma interpretação sobre a Amazônia pré-colonial, que considera o ambiente amazônico como uma construção social, na qual o homem é visto como um agente capaz de transformar a paisagem e manipular recursos, o que colocou em evidência diversos aspectos, dentre eles a formação das florestas e a gênese dos solos antropogênicos de terra preta, cujas consequências estariam diretamente relacionadas ao aumento populacional.
(Denise Maria Cavalcante Gomes. “A arqueologia amazônica e ideologia: uma síntese de suas interpretações”. In: Revista de Arqueologia Pública, no 7, julho de 2013. Adaptado.)
De acordo com o excerto, na Amazônia pré-colonial