Álvaro Lins, crítico literário, comentando “Vidas secas”, de Graciliano Ramos, aponta dois defeitos consideráveis. Um deles seria o fato de a obra ser construída em quadros, verdadeiros capítulos independentes, que não se articulam com bastante firmeza e segurança. Outro defeito seria o excesso de introspecção em personagens tão primárias e rústicas.
Esses defeitos seriam decorrentes de dois problemas relacionados: