As taxas de crescimento foram puxadas para cima entre 1968 e 1973, em especial, pela indústria automobilística, que crescia numa média de 11% anuais, enquanto as exportações de manufaturados foram favorecidas pelos incentivos fiscais concedidos pelo Estado, o que não foi suficiente, entretanto, para resolver os déficits do balanço de pagamentos onerado pela importação de tecnologia.