Analise o texto que aborda um problema metropolitano:
“Acho que ele viu a gente chegando e fugiu”. A frase foi dita por um agente da Polícia Civil ao entrar, ontem pela manhã, na casa de Wellington da Silva Braga, o Ecko, apontado como chefe de uma das maiores milícias do Rio, a Liga da Justiça. Na residência, em Santa Cruz, investigadores encontraram uma impressionante central de monitoramento: por meio de uma TV de 75 polegadas, era possível ver imagens geradas por 20 câmeras espalhadas em três comunidades da Zona Oeste. Nas áreas de atuação da Liga da Justiça, o dinheiro não sai apenas da venda de drogas, do transporte ilegal e da venda de gás. Segundo a polícia, quase tudo é explorado: entre outros crimes, os milicianos comercializam sinais clandestinos de TV a cabo e cobram taxas de proteção até mesmo de artistas de rua que fazem pequenas apresentações em sinais de trânsito.
GOULART, G. et al. No rastro do dinheiro. O Globo, Rio, 26 abr. 2018, p. 8.
O agravamento da crise da segurança pública metropolitana é exemplificado pelo aspecto: