Analise o trecho do Poema “MORTE E VIDA SEVERINA” de João Cabral de Melo Neto.
(...) Somos muitos Severinos iguais em tudo e na sina: a de abrandar estas pedras suando-se muito em cima, a de tentar despertar terra sempre mais extinta, a de querer arrancar algum roçado da cinza (...)
A leitura do texto e seus conhecimentos sobre a realidade nordestina permitem afirmar que o autor retratou