Antigamente (...) comer como espanhol, brasileiro ou mexicano significava não apenas guardar tradições específicas, como também alimentar-se com produtos da própria sociedade, que estavam à mão e costumavam ser mais baratos que os importados. Uma peça de roupa, um carro ou um programa de televisão eram acessíveis se eram nacionais. Procurar bens e marcas estrangeiras significava um recurso de prestígio ou uma opção por qualidade (...).
(Dreguer ; Toledo, p. 243)
No texto, o autor critica a perda de identidade das nações causada