Antigamente o boato corria de boca em boca. Hoje, com o surgimento da Internet e, principalmente, das redes sociais, o problema cresceu exponencialmente: os boatos correm o mundo à velocidade de um e-mail, por isso, a sua difusão pode ser muito rápida e abrangente. Veja o exemplo da notícia a seguir.
Logo após o jogo Sport x Santa Cruz, as costumeiras badernas tomaram conta das imediações da Ilha do Retiro. Aproximadamente 20:30h., uma foto publicada por uma menina falava da morte de uma torcedora do Sport, que teria sido espancada por torcedores do Santa Cruz, apenas por estar com a camisa do seu time. Em 20 minutos, cerca de 1000 compartilhamentos desta foto circulavam pelo Facebook. Logo depois, circulou a notícia de outra morte, desta vez de um torcedor do Santa Cruz, no Parque 13 de maio. Desta vez, teria sido por torcedores do Sport. Algum tempo depois, o Diário de Pernambuco desmentiu os dois boatos.
http://acertodecontas.blog.br/atualidades/a-impressionante-velocidade-de-um-boato-no-facebook
Supondo que a velocidade de compartilhamento do boato seja constante, então, às 22 horas do mesmo dia, o número de pessoas que tomaram conhecimento desses boatos foi de