Anunciada em 6 de dezembro de 2017, a transferência da embaixada norte-americana para Jerusalém constitui um exemplo de inquietação. Não se trata de um simples erro, mas de uma falha colossal, que acaba com qualquer legitimidade dos Estados Unidos como garantidor de um processo de paz equitativo. Trump não negociou nada: deixou tudo nas mãos do seu protegido, sem contrapartida aparente.
(Olivier Zajec. “Qual é a inspiração da política externa de Trump?” Le monde diplomatique Brasil, janeiro de 2018. Adaptado.)
O texto destaca a