Ao contrário do que se passou em todo o processo de desenvolvimento de redes ferroviárias no mundo, as nossas estradas de ferro, em especial as paulistas, não abriram novas fronteiras, mas, pelo contrário, acompanharam aquelas que iam sendo desbravadas e se constituíram em “frentes pioneiras”, na expansão colonizadora desencadeada pelo café.
(Odilon Nogueira de Matos. Café e ferrovias: a evolução ferroviária de São Paulo e o desenvolvimento da cultura cafeeira, 1990.)
A expansão da ferrovia no Brasil, que se iniciou no Império e teve continuidade na República,