Ao lado de uma visão temerosa e pessimista da vida, os mesopotâmios tinham ideias sombrias e aterradoras sobre o que se passava após a morte. […]
A religião não oferecia aos mesopotâmios a possibilidade de uma salvação ou de uma vida melhor no além. Os mortos estavam sempre condenados a uma existência miserável e apática. Apenas os cuidados dos parentes vivos podiam amenizar um pouco o sofrimento dos mortos: para isso, eram feitas oferendas, principalmente de alimentos e água fresca. […]
Na concepção mesopotâmica, os deuses gozariam da eternidade, mas os homens deviam apenas aproveitar a sua curta existência.
(Marcelo Rede. A Mesopotâmia, 2002.)
A partir do texto, é possível afirmar que os mesopotâmios