Ao não reconhecer a verdadeira diversidade do português falado no Brasil, a escola tenta impor sua norma linguística como se ela fosse, de fato, a língua comum a todos os brasileiros, independentemente de sua idade, de sua origem geográfica, de sua situação socioeconômica, de seu grau de escolarização etc.
(Marcos Bagno. Preconceito linguístico, 2007. Adaptado.)
Em acordo com o ponto de vista de Marcos Bagno sobre o preconceito linguístico, pode-se afirmar que