Apesar de ser reconhecida com um órgão, ainda que transitório, para a proteção e desenvolvimento dos fetos, até o nascimento, a placenta não tem sido adequadamente valorizada. Pesquisadores britânicos demonstraram que, quando uma fêmea de camundongo é privada de alimento durante a gestação, a placenta destrói seu próprio tecido para alimentar o feto.
Pesquisas recentes também mostraram que o órgão também participa do desenvolvimento neurológico em mamíferos placentários, ao derrubarem o dogma biológico de que é a placenta, e não exatamente a mãe, que fornece o hormônio serotonina ao prosencéfalo do feto no início do desenvolvimento. Os pesquisadores sustentam ainda que, como o hormônio desempenha papel essencial no crescimento cerebral e desenvolvimento nas conexões neuronais, anormalidades placentárias podem influenciar diretamente o risco de o feto tender a desenvolver depressão, ansiedade e até autismo.
Sobre esse assunto, assinale a afirmação INCORRETA.