Após 307 anos de união com os ingleses, os escoceses entram em contagem regressiva para votar se permanecem ou não no Reino Unido. A pergunta do histórico referendo é simples: “A Escócia deve ser um país independente?” Se der “sim”, o país passa a recolher impostos, administrar o orçamento, não prestar contas a Londres, ter Forças Armadas e disputar Olimpíada com equipe própria. Mas pode perder, entre outros, a libra — moeda forte do Reino Unido —, o apoio financeiro e a presença na União Europeia. Desde 1999, a Escócia tem um Parlamento próprio, com poderes limitados para administrar a região.
Adaptado de www1.folha.uol.com.br, 18/08/2014.
A partir das implicações relatadas na notícia, a campanha pelo “sim” é resultado do processo sociopolítico identificado como: