Aquela atividade orgânica primitiva, o uso do corpo no mundo natural, a ascensão do organismo sadio e belo, veloz e forte, sobretudo na espécie humana, parece ter sido a primeira ética, o sentido literal e figurado dessa busca pela vida. Mover o corpo tem-se tornado afirmar-se no mundo, além do ideal o necessário, é esse sentido que as práticas corporais, mais precisamente, como que cada sociedade faz uso do corpo humano e sua motricidade geral, enquanto entidade, é que pode justificar a natureza e o conceito mais original da ética para a vida, saúde e beleza.
(Wilson do Carmo Júnior. “Práticas corporais ante a ética nos discursos”. Revista Kinesis, 2001.)
Segundo o excerto, a forma mais genuína de praticar a ética corporal é