As áreas urbanas são mais quentes e secas que as áreas com cobertura vegetal. E o calor é evidentemente o principal ingrediente do fenômeno ilha de calor, em cidades grandes e médias, como apontam pesquisas; sobre a temperatura média de São Paulo, que se tornou 2°C mais quente nesses últimos anos. Nas regiões tropicais, a ilha de calor torna-se um problema evidente de conforto térmico e também econômico, pois provoca a necessidade de refrigerar os ambientes, aumentando o consumo de energia. E para mitigar os efeitos deste fenômeno atmosférico, os cientistas são unânimes, quando afirmam que: