“As cidades perdidas da Amazônia: arqueólogos estão descobrindo que uma parte da floresta já foi ‘urbana’, com cidades enormes conectadas por estradas. Organizados em grandes círculos e com capacidade para abrigar milhares de pessoas, esses agrupamentos eram cercados por fossos de vários metros de largura e profundidade, por paliçadas e interligadas por estradas respeitáveis, com até 40 metros de largura. Eles teriam surgido no século 9 e atingido seu apogeu cerca de 400 anos depois, no século 13. Mantinham entre si relações de poder e hierarquia. Não se sabe exatamente como eles desapareceram, mas é provável que vários tenham entrado em colapso antes da chegada dos europeus. Há indícios de que os índios da rede de superaldeias amazônicas deram um duro danado para sustentar a população que, somada, chegava a 50 mil habitantes. Imagens de satélite já revelaram áreas de floresta que provavelmente foram roças ou pomares. E até hoje existem na região trechos de mata virgem que produzem frutos comestíveis em quantidade bem acima da média – provável herança do tempo em que os nativos manejavam habilmente a floresta, selecionando as plantas mais frutíferas para complementar seu sustento”.
(Disponível em: https://super.abril.com.br/. Acesso em: 10 nov. 2018. Adaptado)
Com base nas descobertas descritas vem a indagação de como ocorreu o surgimento das cidades na floresta.
Estudos indicam que a formação delas foi ocasionada por um processo estabelecido por uma nova relação entre o homem e natureza, conhecido como: