As décadas centrais da segunda metade do século XIX tiveram a marca da prosperidade. A reorientação dos investimentos do tráfico, a reaplicação das rendas [dessa atividade] e o ingresso de capitais externos produziram uma conjuntura altamente favorável à expansão dos negócios, à diversificação das atividades econômicas e aos primeiros investimentos significativos em infraestrutura urbana. Bancos, caixas econômicas, estaleiros, companhias de navegação, fábricas, ferrovias e gasômetros passaram a compor a moldura urbana da paisagem rural. [Nessa atividade] estava o grande gerador desse boom econômico que, do Centro-Sul, se irradiou por quase todo o país, acelerando a instalação de novas empresas e o crescimento da mão de obra assalariada. (Francisco M. P. Teixeira. História concisa do Brasil, 1993. Adaptado.)
A atividade responsável por essas mudanças no Brasil foi