As expressivas produções destinadas ao consumo dos colonos (mercado interno) permitiram a formação de um setor mercantil que se encarregava da distribuição dessa produção, através de rotas terrestres e marítimas, a diversas praças mercantis. E, ao contrário do que normalmente se afirma, a riqueza gerada pelo setor surpreendeu pelo potencial de acumulação de recursos.
(João Fragoso et al. A economia colonial brasileira, 1998. Adaptado.)
O excerto permite concluir que a economia colonial