“As ruas são configurações complexas. Elas associam funções de circulação e de habitat social se constituindo na forma mais elementar e mais corrente de espaço público. Elas são objetos frágeis: a redução unicamente à função de circulação, sobretudo se ela é rápida e intensa, coloca em perigo suas outras funções. Mais genericamente, a limitação a uma só função pode ter consequências negativas, inclusive sobre a função aparentemente dominante, por exemplo, o comércio ou a residência.”
(Jacques Lévy. Rua. Paris: Belin, 2003. p. 806)
Utilizando essa definição para avaliar as metrópoles do Brasil, pode-se perceber que