As taxas de extinção de espécies animais e vegetais estão aumentando em uma escala sem precedentes. A abundância média de espécies nativas na maioria dos principais habitats terrestres caiu em, pelo menos, 20%, principalmente desde 1900. Mais de 40% das espécies de anfíbios, quase 33% dos corais e mais de um terço de todos os mamíferos estão ameaçados. Essa perda é resultado direto da atividade humana e constitui uma grave ameaça ao bem-estar humano em todas as regiões do mundo, alerta um grupo de cientistas de 50 países, incluindo o Brasil. Eles são autores da primeira avaliação global do estado da natureza da Plataforma Intergovernamental sobre Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (IPBES, na sigla em inglês).
Disponível em: https://agencia.fapesp.br/extincao-de-especies-aumenta-emescala-sem-precedentes-alerta-relatorio-do-ipbes/30430/. Acesso em: 26 out.2020.
Em um estudo publicado na revista Science, do qual o gráfico foi extraído, os autores demonstram que as atuais taxas de extinção superam as chamadas taxas de extinção de fundo, caracterizando, então, um período de extinção em massa, que vem sendo chamado de a Sexta Extinção:
Diante disso, assinale a principal causa das extinções de espécies na atualidade.