Na crônica Bons dias, a autora aborda a trivialidade de um acontecimento corriqueiro, como um jantar entre amigos, mas modifica a natureza agradável e amena do relato de circunstância. O texto envolve o evento com uma leitura sobre o tempo imediato da Abolição, entrelaçando as fronteiras da crônica do cotidiano com ficção e reflexão, fundindo o sério e o frívolo. “Neste jantar, a que meus amigos deram o nome de banquete, em falta de outro melhor, reuni umas cinco pessoas [...]”