Um ônibus atropela um desconhecido. Outro homem que passava por perto, Arandi, ajoelha-se em frente ao corpo e beija a boca do morto. O beijo vira capa do jornal em que trabalha o repórter Amado Pinheiro. Não satisfeito com o fato inusitado, ele procura detalhes que vendam jornal. Passa a insistir na ideia de que Arandi era amante do falecido e que, por ciúmes, o teria jogado em frente ao ônibus. E para publicar essa versão, que em nenhum momento ficou provada no drama, conta com a parceria do delegado.