2ª GERAÇÃO MODERNISTA
“Oh! Deus, perdoe esse pobre coitado,
Que de joelhos rezou um bocado,
Pedindo pra chuva cair, cair sem parar
(...)
Meu Deus, perdoe encher meus olhos d'água,
E ter-lhe pedido cheio de mágoa,
Pro sol inclemente, se arretirar, retirar
(...)
Ganância demais, fome demais,
Falta demais, promessa demais,