O romance inova na sua composição humana por meio do surgimento dos segmentos populares urbanos como atores principais da obra. Trabalhadores explorados, cavouqueiros servis, vadios, criminosos, lavadeiras fofoqueiras, profissionais do sexo e mais uma horda de gente ordinária perfazem a exposição central dos personagens. Há, também, uma multiplicidade de raças: brancos, negros, mulatos, índios, cafuzos, uma variedade étnica e social não percebida, até então, nos romances brasileiros.