“A noite desceu. Que noite! / [...] / A noite caiu. Tremenda / sem esperança... Os suspiros / acusam a presença negra / que paralisa os guerreiros. / E o amor não abre caminho / na noite. A noite é mortal, / Completa, sem reticências, / a noite dissolve os homens,“. Nesses versos, o niilismo é latente, já que o eu lírico mostra sua faceta pessimista, por estar fadigado pelos dramas do mundo.