Até mesmo a asa-branca
Bateu asas do sertão,
Então, eu disse: “Adeus, Rosinha,
Guarda contigo meu coração.”
(Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira, “Asa-branca”)
Já faz três noites que pro norte relampeia,
A asa-branca ouvindo o ronco do trovão
Já bateu asas e voltou pro meu sertão,
Ai, ai, eu vou-me embora, vou cuidar da plantação.
(Luiz Gonzaga e Zé Dantas, “A volta da asa-branca”)
Se o verso “Guarda contigo meu coração” fosse reescrito na segunda pessoa do plural, teríamos: