Avessas ao racionalismo da moderna civilização técnica, as narrativas de João Guimarães Rosa apostam em uma representação mitopoética, próxima à visão do homem rústico e da criança. Nesse sentido, é sintomático que os contos “As margens da alegria” e “Os cimos”, que servem como uma espécie de moldura às Primeiras estórias, sejam narrados do ponto de vista de: