“Barcos de resgate? Eu usaria canhoneiras para parar os imigrantes (...) Não, eu não ligo. Mostrem-me fotos de caixões, mostrem-me corpos flutuando na água, toquem violinos e me mostrem pessoas magras e tristes. Eu ainda não ligo. Não precisamos de outro projeto de resgate (...) O que precisamos é de canhoneiras para enviar esses barcos de volta ao seu país. Algumas de nossas cidades são chagas purulentas, infestadas de enxames de imigrantes e refugiados que gastam dinheiro de benefícios sociais (...) Não se enganem, esses migrantes são como baratas. Parecem fotos de fome da Etiópia em 1984, mas foram feitos para sobreviver a uma bomba nuclear. São sobreviventes. Uma vez que as canhoneiras os tenham forçado a voltar, os barcos precisam ser confiscados e queimados”. (Carta Capital, 29 de abril de 2015, p. 40).
O relato acima, feito recentemente por uma jornalista britânica, revela