“Belo da arte: arbitrário, convencional,
transitório, questão de moda.
Belo da natureza: imutável, objetivo, natural,
tem a eternidade que a natureza tiver.
Arte não consegue reproduzir natureza, nem este é seu fim.
(...)
Donde infiro que o belo artístico será tanto mais artístico
tanto mais subjetivo quanto mais se afastar do belo natural.
Outros infiram o que quiserem. Pouco me importa.”
Prefácio Interessantíssimo, de sua Pauliceia desvairada. Mário de Andrade.
Mário de Andrade, ao refletir sobre a arte moderna, evidencia