Cada uma das novas nações teve, logo após a Independência, uma Constituição mais ou menos (quase sempre menos) liberal e democrática. Na Europa e nos Estados Unidos essas leis correspondiam a uma realidade histórica, exprimiam a ascensão da burguesia, a consequência da Revolução Industrial [...]. Na América Hispânica, serviam apenas para dar um ar de modernidade às sobrevivências do sistema colonial.
(Octavio Paz. “De la independencia a la revoluctión”. In: El laberinto de la soledad, 1999. Adaptado.)
O excerto refere-se à história euro-americana da segunda metade do século XVIII e das primeiras décadas do XIX, acentuando