CAPÍTULO IV / UM DEVER AMARÍSSIMO
José Dias amava os superlativos. Era um modo de dar feição monumental às idéias; não as havendo, servir a prolongar as frases.
(Machado de Assis, Dom Casmurro)
José Dias, caracterizado como o homem dos superlativos, é uma paródia, uma caricatura da expressão verbal pomposa e oca, da subliteratura dos salões. Sua retórica exagerada configura um discurso redundante, reduto de clichês, lugarescomuns, adjetivos e advérbios inexpressivos (Fernando Teixeira). Das frases proferidas pela personagem, assinale a que NÃO necessariamente se enquadra na definição acima: