Carlos Augusto de Figueiredo Monteiro em 1976 já havia alertado que os atributos climatológicos sofrem constantes interferências decorrentes do tipo de uso e ocupação do solo, em particular ao meio urbano. As cidades, que possuem formas específicas de edificações, cores e materiais de construção, contribuem para a alteração do balanço de energia, o que gera um fenômeno bastante específico.
(Jane Z. S. Ramires e Neli A. Mello-Théry. “Uso e ocupação do solo em São Paulo, alterações climáticas e os riscos ambientais contemporâneos”. Confins, no 34, 2018. Adaptado.)
O excerto faz alusão ao fenômeno denominado