Cenas como esta poderiam ocorrer nas ruas de Salvador ou do Rio de Janeiro séculos atrás. Mas antes de aportarem no Brasil, as “quitandas” eram um fenômeno tipicamente africano. Espalhados por todo o continente, esses espaços de troca ficaram conhecidos, na região centro-ocidental da África, e mais especificamente entre os povos mbundu, como kitanda.
(PANTOJA, Selma.
Da Kitanda à Quitanda)
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