Cidadãos deveríamos ser todos. [...] Por alguma razão, porém – que a história explica direitinho –, a roda da civilização teve de atravessar uma longa noite para que o ser humano saísse da sombra e, começando a adquirir consciência de seus direitos, se aventurasse ao papel de protagonista da sua própria existência. Foram necessários dezessete séculos para que nossos antepassados deixassem de ser vistos como uma peça de reposição na engrenagem dos reinos e impérios e, conquistando sua liberdade – a liberdade é um pressuposto do direito individual –, iniciassem uma nova luta para impor limites aos poderes ilimitados do Estado. “É preciso termos o direito de utilizarmos nossa liberdade para adquirirmos nossos direitos”, diz o filósofo alemão Hariolf Oberer.
NOVAES, Carlos Eduardo e LOBO, César. Cidadania para principiantes. A História dos direitos do Homem. São Paulo: Ed. Ática, 2003, p. 5. Adaptado.
Fundamentado na ideia de cidadania descrita no texto, assinale a opção que melhor se aplica a essa questão para o início do período republicano no Brasil. A primeira Constituição da República Brasileira,