Colocada entre as ameaças caudilhescas e o perigo das formações partidárias sistematicamente agressivas, a Nação, embora tenha por si o patriotismo da maioria absoluta dos brasileiros e o amparo decisivo e vigilante das Forças Armadas, não dispõe de meios defensivos eficazes dentro dos quadros legais, vendo-se obrigada a lançar mão das medidas excepcionais que caracterizam o estado de risco iminente da soberania nacional e da agressão externa (Proclamação ao povo brasileiro, 10 de novembro de 1937, na implantação do Estado Novo. Biblioteca da Presidência da República, caderno 2, p. 23).
Após a leitura do texto, é correto afirmar que se constitui como marca do Estado Novo: