Colocando o núcleo de uma célula da pele de um paciente doente dentro de um óvulo anucleado, criamos um embrião, que pode ser cultivado em laboratório até chegar ao estágio de blastocisto. As células do botão embrionário darão origem às células que agora podem se diferenciar, tornando-se o tipo celular adequado para tratar a doença do próprio paciente.
(Lygia da Veiga Pereira. Células-tronco, promessas e realidades, 2013. Adaptado.)
O procedimento descrito no texto compreende a técnica de