Com a cruzada neoliberal, a interferência do Estado virou sinônimo de ineficiência e privilégios. Seu discurso típico consistia em afirmar que era preciso haver austeridade nos salários e nos gastos sociais. Difundiu-se a imagem de governos austeros receitando fortes doses de remédios não palatáveis para restaurar a saúde de economias doentes.
CARMO, Paulo Sérgio. O trabalho na economia global. São Paulo: Moderna, 1998, p. 40.
Considerando-se esse contexto, pode-se afirmar: