Com a repetição da crise econômica em 1937 e a aproximação da guerra, não admira que o Estado parecesse melhor preparado do que os empresários para resolver o problema da estagnação e incentivar a rápida industrialização. Quando se verificou ser um erro a reaplicação da teoria do comércio liberal, depois da guerra, os controles foram reassumidos por um governo [...] que se viu também obrigado, por falta de alternativa, a chamar o capital estrangeiro nas condições por ele impostas.
(Warren Dean. A industrialização de São Paulo, s/d.)
O texto alude a um período relativamente vasto da história econômica do Brasil, em que se compuseram