Com o anseio de democratizar a educação superior, prosperam grupos que pedem mais vagas nas universidades federais e estaduais para facilitar o ingresso das chamadas “minorias”. Apesar de a política de cotas raciais não ser obrigatória, muitas universidades federais já a adotam em seus exames de admissão, e, em 2008, foi aprovado pela Comissão de Educação do Senado o projeto que prevê reservas de vagas em universidades federais para estudantes da rede pública. A corrida pelo diploma do Ensino Superior é resultado tanto do crescimento do número de matriculados no Ensino Médio, que pressionam por mais vagas nas faculdades, como das exigências do mercado de trabalho, no qual o diploma universitário e a informática começam a ser considerados qualificações mínimas, para funcionários dos mais diversos níveis. (DIMENSTEIN, 2020).
A questão da educação, mercado de trabalho e política de cotas no Brasil é recente e é objeto de polêmicas e discordâncias na sociedade, entre outros, devido ao fato de