Com o rompimento do Sistema Colonial ibérico, após a emancipação política, redefiniu-se a dependência econômica da América Latina. [...]
A independência política trouxe o livre cambismo. A Inglaterra industrializada pôde ocupar esses mercados, sem a intermediação da antiga metrópole, comprando diretamente matérias-primas e gêneros alimentícios e vendendo diretamente produtos manufaturados. Ela exportava também ideias, pois a elite das novas nações — culturalmente dependentes do exterior — aceitava os princípios do liberalismo econômico, que defendiam a especialização dos países no que produzissem melhor. (CÁCERES, 1996, p. 309).
A posição periférica ocupada pelos países da América Latina, no auge da expansão imperialista da Segunda Revolução Industrial, decorria